Em 2012, em meio aos desafios de estudar na capital e correr atrás dos próprios sonhos, nasceu a Menina Baiana. Não foi apenas uma marca. Foi coragem. Foi necessidade. Foi aquela vontade inquieta de empreender.
Mas, na verdade… a vendedora já existia muito antes disso. Desde os 12 anos, entre adesivos, pulseiras, revistas Hermes, cartões e tudo o que pudesse virar oportunidade, já existia ali uma menina que amava se conectar com pessoas. Porque nunca foi só sobre vender — sempre foi sobre encontro.
As primeiras clientes? Família. Amigas. Colegas da faculdade de Farmácia da Ufba. Mulheres que confiaram, incentivaram e ajudaram a escrever os primeiros capítulos dessa história. Cada compra era um gesto de apoio. Cada conversa, um combustível.
Eu amo vender. Amo ouvir histórias. Amo compartilhar aprendizados. Amo quando uma cliente volta não apenas pelo produto, mas pela sensação de ser vista, ouvida e cuidada.
Hoje, a Menina Baiana não caminha sozinha. Ela carrega a força da minha família materna — meu exemplo, minha inspiração, minha base no empreendedorismo. É uma empresa familiar, construída com mãos que trabalham juntas e com um coração que pulsa em conjunto.
E talvez seja por isso que quem chega, fica.
Porque aqui você não é só cliente. Você pertence.
Se eu pudesse resumir o meu trabalho, diria: amor, cuidado, empatia e atendimento personalizado nos fizeram chegar até aqui.
E é exatamente isso que continua nos movendo — todos os dias. 💛